segunda-feira, 13 de junho de 2011

Imagine Belieber Enconto Inesperado Parte 8


“Alcatéia?” perguntou ele, confuso. 

“Sim, o nome da patrulha era lobos skatistas, e como eu sou muito boa no skate e era a mais durona do bairro, me nomearam! Na escola consegui superar as lideres de torcida, muito patricinhas, ficando com o menino mais gato da escola, Chaz Somers.” Disse, me gabando do que tinha feito...   

“What? Você ficou com o Chaz? E ele nunca me contou sobre você...” disse ele, meio triste, e surpreso ao mesmo tempo. 

“E ainda, consegui roubar 45 dólares da carteira dele, seduzi-o, e peguei o dinheiro sem ele perceber.” Justin caiu na gargalhada e rolava na cama de tanto rir! 

“Como conseguiu fazer isso? Ele é meio sonso mesmo, mas não a este ponto!” Subi em cima de Justin, sentando-me em cima dele, e abri sua camiseta lentamente, olhava-o com uma cara sedutora, fazendo o ficar hipnotizado com meu olhar mágico. 

“Ainda não acredita?” ele me olhava hipnotizado querendo mais, ele se aproximou de minha boca, mas coloquei meu dedo indicador em seus lábios, impedindo-o de continuar.

“Ei, pode ir parando, eu sei que seduzo, mas não precisa me beijar.”

“Agora entendi porque Chaz ficou louco ao te ver... Você é muito sexy.”

“Não, você é a única coisa sexy nesse quarto.” Ele me olhou mordendo os lábios, ele é sim um menino bem sexy, não nego e nem contradigo.

“Tem certeza? Acho que nós dois somos.” Ele riu com um rosto bem engraçado, parecia uma careta! Eu saí de cima dele e fiquei em pé na sua frente.

“Deixa-me terminar mister interrupção, antes que dona Lucia me tire daqui.” Ele riu com um lindo sorriso no rosto, e sentei na cama.

“Depois disso tudo, meus pais se separaram, e eu fiquei com meu pai e passei um ano e meio com ele, e agora estou aqui no Brasil por causa dele, mesmo ele sendo o atual empresário da Rebecca Black, ele está aqui para ajudar a minha avó a vender algumas coisas da casa, e um dos carros também.”

“Eu achei a casa muito bonita! Ela é bem rústica, não é?”

“Sim! Essa casa era de um dos parentes de Dom Pedro I, por isso tanta coisa antiga nos comodos, e meus avôs gostam muito dos móveis, e da mobília, são muito apegados a bens matérias como eu, acho que herdei isso deles.” Olhei para ele meio confusa e pensativa, mas é mesmo! 

“Então... Acho que agora é sua vez.” Falei, encarando-o. 

“Você não terminou.” Disse ele me interrogando. 

“Terminei sim, vai discutir mesmo? Sou a rainha das tiradas e cantadas também.” Disse com a mão na testa. 

“Nossa, que medo de você Nathy!” disse ele, irônico.

“Jura querido? Não viu metade do que sou.”

“Não mesmo, mas pretendo ver.”

“Isso significa o que? Que quer saber mais de mim, ou quer me acompanhar pelo resto da minha existência?”

“A segunda opção. Quero ser seu amigo para sempre, se quiser, lógico.”

“Não sei, acho que seria feio para a sua imagem ter uma amiga encrenqueira como eu, e você não iria meu agüentar, sou insuportável.”

“Se até agora eu te aturei, eu consigo sim, não seja pessimista Nathy, isso é muito ruim para a alma. Então, amigos?” ele estendeu sua mão querendo um tratado.

“Amigos.” Apertei sua mão, acho que agora sou oficialmente uma amiga do Justin... Virei-me para pegar meu celular, estava apitando sem parar, e notei que ele estava vidrado na minha bunda.  

“Você notou que está sem short?” disse ele ainda olhando minha bunda.

“Sim, por quê?”

“Gostei da sua calcinha de oncinha, é de que marca?” o olhei confusa, atrevido ele não?

“Victoria Secret, vai ficar babando agora?” revirei os olhos.

“Com certeza shawty.”

“Seu bobão, agora para de olhar para a minha bunda, está parecendo um lobo faminto sabia?” ele riu e eu o olhei com um sorriso irônico no rosto.

“Sei sim, mas não consigo disfarçar, é impossível não olhar, desculpe-me se pareci indecente.” Ele sorriu, com uma muito safada.

“Oh Gosh, não sabe ser mais safado não Beebs?”

“Tem, mas pareceria um louco por sexo, não quero que tenha essa imagem de mim, quero ser o mais cavalheiro e romântico possível contigo minha princesa.”

“Sem querer ser mal educada, mas não me chame assim ok?"

"Por quê?" 

"Lembro da minha mãe, ela me chamava assim, de princesinha...”

“Tem saudades dela?”

“Um pouco... por quê?” disse, olhando-o magoada.

“Eu tenho saudade do meu pai, é muito raro quando nos vemos.”

Ele me olhou meio triste e com brilho nos olhos, achava que iria chorar, então o abracei, confortando-o em meus braços, ele virou seu rosto e me olhou nos olhos, eu sabia muito bem o que ele queria, ele fechou os olhos e respirou fundo. “Você gosta dela?” disse ele abrindo-os lentamente.

“Muito, ela é minha amigona, e sempre fazíamos coisas juntas, mas quando eu cresci, tratava-a como se fosse uma pessoa insignificante que me odiava muito.” Disse, revirando os olhos.

“Mas não pense assim ok? Ela é sua mãe, e não terá outra para substituí-la depois.” Ele está certo no que diz, sei que não tratei minha mãe como devia, mas sei que errei, e quero consertar as coisas.

“Entendo-te... mudando um pouco de assunto, posso fazer uma pergunta meio boba?” não queria que ficasse todo aquele drama no ar, não gosto disso.   

“Diga shawty.” Disse ele, sorrido.


Continua... 

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