segunda-feira, 13 de junho de 2011

Imagine Belieber Enconto Inesperado Parte 7


“Por que pergunta isso? Você sabe que sou! Está duvidando de mim? Não é minha culpa que eu não gosto dela ok? Não é minha culpa se sinto ciúmes do único menino que eu amei de verdade, não é minha culpa se o que eu sinto por você é real, e não é minha culpa se você não se importa mais com suas beliebers! Se você se importasse não me trataria como tratou, sei que quer tentar se desculpar, mas eu não sou convencida facilmente meu caro amigo, e fique sabendo que eu, Nathália Sparks estou oficialmente deixando de ser sua fã.”


“Co... como?” ele ficou boquiaberto ao ouvir estas palavras, mas eu não tenho culpa do que sinto, e meu coração diz para fazer isso, esquecê-lo enquanto há tempo.


¨¨¨

Ficamos nos olhando horas a fio, até que eu sentei-me na cadeira e comecei a chorar como nunca havia chorado antes, ele ficou parado me olhando como se ele tivesse sido petrificado ou virado uma estátua, ele nem piscava.

“Se te magoei, desculpe-me, mas não posso fazer nada, nem te conheço, como é seu nome, senhor estranho?”

Ele me olhou confuso, depois de minutos sem se mexer, ele respirou profundamente e sentou na cama, com um olhar triste e molhado pelas lágrimas para mim.

“Justin Bieber senhorita estranha, e o seu?” ele sorriu, seu sorriso era gratificante, me fez sorrir de volta, sempre que vejo um sorriso sincero, vindo de uma pessoa como ele, me faz pensar, que é raríssimo encontrar alguém tão perfeito como ele.

“Forever Alone.” Disse eu, sorrindo como uma boba. Ele riu da minha piadinha sem graça e se levantou da cama.

“Tem um nome engraçado, mas tem certeza que é esse, senhorita estranha?”

“Não tenho certeza, só sei que sou forever alone, por que senhor Juju? Posso te chamar assim? Ou de Jujubinho, é mais fofo!” ele riu.

“Pode sim senhorita, tem a minha permissão, mas que estranho, até agora, não disse seu nome!”

“Nossa, desculpe-me! Acabei esquecendo esse detalhe... meu nome é Nathália Sparks.”

“Nathália? Hm... Gostei do seu nome, você é daqui? Fala o inglês tão fluente!” disse ele, surpreso.

“Sim! Mas morei nos Estados Unidos durante três anos.”

“Wow, então por isso é tão boa no inglês! Você... toca violão Nathy? Posso te chamar assim?” disse ele, apontando para o meu violão preto e marrom, ele é personalizado com glitter roxo e com as minhas iniciais em roxo também.

“Claro que pode! É eu toco um pouco sim, mas não sou profissional não viu? Igual a você? Nunca...”

“Fale-me mais sobre você, quero saber tudo sobre a minha amiga.” Disse ele, o que ele quis dizer com esse minha amiga? Eu nem conheço ele direto... Mas pelo menos era tudo o que eu queria!

“Quer mesmo saber? Vai me achar uma menina tão cínica, fútil, irritante, chata...” disse revirando os olhos.

“Não importa, quero saber, depois eu te conto sobre mim, pode ser?” ele sorriu, parecia alegre, mas depois do modo com eu o tratei, eu ficaria muito triste se fosse comigo, e ainda estou por ter falado aquilo tudo para ele.

“Tudo bem então, mas não se assuste ok?” deixei escapar uma risadinha sem graça e sorri envergonhada, ele riu comigo.

“Então, Eu me chamo Nathália Sparks, como você já sabe, tenho 14 anos e sempre fui uma menininha tímida, exemplar, e muito fechada, quando eu tinha 11 anos, minha mãe conseguiu um emprego nos Estados Unidos, e nos mudamos para lá e depois disso, me revoltei totalmente, não queria ir de jeito nenhum! Minhas amigas estavam todas aqui, o nosso trio da Bieber Land eu, a Gih e a Rafa, nós três sempre andávamos juntas, éramos inseparáveis! Mas minha mãe teve que nos separar... Como eu disse me revoltei, e depois minha mãe se separou do meu pai, e acabou piorando tudo! Eu amava muito meu pai, sempre tivemos aquela ligação de pai e filha sabe? e ela também estragou isso, quando ela me colocou na escola, as meninas me excluíam de tudo, clubinhos, trabalhos... E os únicos que me acolheram foram os meninos, fiquei rebelde, mudei totalmente de temperamento, fiquei louca e sempre brigava com a minha mãe, os meninos sempre foram muito levados, e faziam muitas brincadeirinhas e pegadinhas com todos, e eu entrei na laia deles, e me acostumei muito rápido com isso, depois de cinco dias, me expulsaram da escola, e fui para a West Mounth High e lá fiquei. Nunca me expulsaram, mas já fui suspensa mais de 70 vezes em um ano!”

“Nossa! Como conseguiu?” disse ele surpreso.

“Eu era demais meu querido, deixa-me terminar de contar!” ele riu e mandou-me prosseguir.

“No meu bairro, só tinha meninos do mesmo jeito que os da escola, só que piores! Aprendi a andar de skate e tocar violão com um menino, ele se chamava Jason, ele era um skatista muito bom, depois de dois meses eles nomearam-me a rainha da alcatéia.”

Continua... 





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